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Euparkerella cochranae
Cochran's Guanabara Frog
family: Strabomantidae
subfamily: Holoadeninae
Conservation Status (definitions)
IUCN (Red List) Status Least Concern (LC)
CITES No CITES Listing
Other International Status Least Concern (LC).
National Status not listed
Regional Status not listed

   

 

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Descrição:
O status taxonômico do gênero Euparkerella é atualmente muito confuso: ele foi alocado recentemente na família Brachycephalidae por Frost et al (2006) e, posteriormente, na nova família Strabomantidae por Hedges et al. (2008), no entanto, ambas as revisões taxonômicas não amostraram deste taxon para as análises moleculares, e tomaram essas decisões com base na morfologia externa e sua biologia reprodutiva presumida. E. cochranae pode ser reconhecida pela seguinte combinação de características externas: uma espécie pequena (CRC pode variar entre 15-18 mm), machos com um par de gânglios inguinais rosa, dedo IV e V tubérculo relativamente curto, tubérculo subarticular do quarto dedo ausente, os lados da cabeça com uma máscara escura padrão dorsal de cor marrom escura, às vezes com uma marca em formato de M (Lynch 1971; Izecksohn 1988).

Distribuição, Elevação, Habitat:
Euparkerella cochranae vive na serrapilheira das florestas ao longo da região montanhosa do estado do Rio de Janeiro. Esta espécie ocorre do nível do mar a 600 m acima do nível do mar. Vrcibradic et al. (2008) argumentou que E. cochranae pode realmente ser bastante difundida ao longo da Serra do Mar no estado do Rio de Janeiro.

História de Vida, Abundância, Atividade e Comportamentos Especiais:
Pouco se sabe sobre a história natural dos membros do gênero, mas presume-se que eles se reproduzem por desenvolvimento direto. Rocha et al. (2007) constatou que E. cochranae tinha uma densidade de 0,86 ind./100m2 na comunidade de sapos de serapilheira estudada por eles.

Tendências e Ameaças:
A distribuição geográfica de E. cochranae compreende algumas áreas protegidas, como o Parque Nacional da Serra dos Órgãos, em Guapimirim e Santo Aleixo, no município de Magé (Izecksohn 1988), Reserva Ecológica de Guapiaçu, todos no estado de Rio de Janeiro, de onde ela é considerada endêmica (Rocha et al. 2004, 2007; Vrcibradic et al. 2008)

Observações:
O epíteto da espécie foi dado em homenagem a Doris Cochran (USNM).

Referências:
A lista de literatura citada encontra-se no fim do resumo em inglês.

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Escrito por: Diogo Borges Provete, Departamento de Zoologia e Botânica, Universidade Estadual Paulista-SP (UNESP), Brasil, 2010-03-22
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Citation: AmphibiaWeb. 2019. <http://amphibiaweb.org> University of California, Berkeley, CA, USA. Accessed 14 Dec 2019.

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